Daniella Cicarelli, Adriane Galisteu e outros artistas contam como se apaixonaram pela corrida de rua

A Rolling Stone Brasil prepara uma prova de 7 km para comemorar o sétimo aniversário da revista

Lucas Reginato e Pedro Antunes Publicado em 30/08/2013, às 14h46 - Atualizado às 19h40

Daniela Cicarelli
Alexandre Meneghini/AP

Adriane Galisteu tinha apenas 19 anos quando a corrida chamou a atenção dela. O então namorado, o piloto Ayrton Senna, era treinado pelo implacável Nuno Cobra e havia se tornado famoso entre os competidores da Fórmula 1 pelo preparo físico diferenciado. Enquanto o mundo não desgrudava os olhos dos feitos do tricampeão mundial nas pistas, Adriane descobria, com ele, o gosto pela corrida.

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Assim como a apresentadora, os adeptos das atividades físicas estão descobrindo, na corrida, a aliança entre a vida saudável e a praticidade do esporte. É uma causa abraçada pela Rolling Stone Brasil, que comemora os sete anos de existência no país com a criação da prova Rolling Stone Music & Run, um circuito de 7 Km pelo coração de São Paulo com shows exclusivos das bandas RPM e Warriors.

Artistas mostram as músicas preferidas para a prática da corrida de rua.

Adriane Galisteu chegou aos 40 anos em abril de 2013. Desde os 23, a corrida faz parte da vida dela. “É muito prazeroso por tudo. A gente libera a endorfina pelo corpo. Se corro durante o dia, tudo rende melhor. Se corro a noite, é a mesma coisa, durmo melhor”, conta.

A melhoria na disposição diária é ressaltada como a primeira que o corredor sente quando começa a praticar o esporte. “No começo, é normal se sentir um pouco cansado”, encoraja Nelson Evêncio, profissional de educação física e treinador. “À medida que o atleta vai se acostumando, a disposição só aumenta”, completa ele, também presidente da Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo.

A praticidade da corrida é algo que chama a atenção de Galisteu e de outros artistas, que compartilham dessa paixão pelos quilômetros percorridos a pé. Seja acompanhado ou sozinho. Ela conta, por exemplo, que adora correr com o marido, Alexandre Iódice.

Ouça a playlist de músicas para correr de Daniella Cicarelli.

Já a também modelo e apresentadora Daniella Cicarelli, triatleta, vê a corrida como um bom momento para a reflexão. “O maior benefício é o mental!”, diz ela, animada. “Correr é delicioso para pensar na vida, resolver os problemas e curtir uma musiquinha”. Ela procura manter uma média de 10 Km a 18 Km percorridos, até quatro vezes por semana. “Já corri em um lugar pequeno e dei tantas voltas que cheguei a fica tonta. Já corri na neve, já me enrolei no jornal para me proteger do frio”, diz. “Casos de corrida!”, brinca.

Cicarelli vê o esporte como uma boa forma de perder peso e manter uma estilo de vida. A atriz Fernanda Vasconcellos, atualmente no ar com a novela Sangue Bom, da TV Globo, concorda: “Bem estar, qualidade de vida, alguns quilinhos a menos, concentração, foco, autoconfiança”, cita ela, como os benefícios do esporte que começou a praticar em 2008, quando precisou de mais fôlego para aguentar as oito trocas de roupa da peça Não Saia de Cena. “Melhorou muito a minha resistência”, completa.

Ouça a playlist de músicas para correr de Fernanda Vasconcellos.

Foi justamente a promessa de uma maior capacidade cardiovascular que levou o roqueiro Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas Roque Clube, ao universo das corridas. “É uma forma muito positiva de se livrar das porcarias que temos à disposição em uma vida desregrada”, diz ele, que conta que a corrida o ajudou a cantar melhor. “Preciso respirar bem para fazer o que eu faço”, conta.

Também cantor, Dinho Ouro Preto, do Capital Inicial, usou a corrida como uma substituta de um vício prejudicial à saúde: “Parei de fumar há sete anos e comecei a correr diariamente”, conta ele.

Ouça a playlist de músicas para correr de Tico Santa Cruz.