Alok vence processo por direito autoral de 'Un Ratito' e recupera vídeo no YouTube

Justiça determinou que vídeo de 'Un Ratito' retornasse ao canal do YouTube do DJ Alok após ser removido por acusações de direitos autorais

Redação Publicado em 28/01/2022, às 17h42

None
Alok (Foto: Foto: Renan Olivetti)

O vídeo de “Un Ratito,” parceria entre Alok, Luis Fonsi, Lunay, Lenny Tavárez e Juliette retornará ao canal do DJ Alok após decisão judicial. A música foi tirada do ar após a revista Billboard publicar um artigo — sem provas concretas — afirmando que o DJ não creditou duo Sevenn em alguns trabalhos, entre eles, a canção.

Por meio das redes sociais, Alok se pronunciou sobre o caso com documentos que alegam que as acusações da Billboard são falsas. De acordo com comunicado enviado à imprensa, “após o vídeo de ‘Un Ratito’ ter sido removido do YouTube de forma arbitrária – já que apenas uma das partes foi ouvida, impossibilitando que o contraditório fosse realizado –, a juíza Simone Monteiro da 2ª Vara Cível da Comarca de Goiânia fez-se exigir o retorno do conteúdo à plataforma. A decisão e o documento com a ordem judicial foram assinados, emitidos e enviados à Google Brasil, que tem o prazo de 24 horas para o cumprimento.”

+++ LEIA MAIS: Rolling Stones se juntam a Alok para remix de 'Living In a Ghost Town', primeira música da banda em oito anos

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Uma publicação compartilhada por Alok (@alok)

 

Dessa forma, “Alok, Luis Fonsi, Lunay ft. Lenny Tavárez & Juliette - Un Ratito (Official Lyric Video)” deve retornar em breve para o canal do artista e a decisão também é válida para outras plataformas de streaming, como Spotify, Deezer e Apple.

Além disso, Alok rompeu com o antigo escritório que o agenciava após um processo criminal apresentado nesta segunda, 24, pelo ex-empresário Marquinhos da Villa Mix, quem alegou sofrer calúnia por parte do cantor.

+++ LEIA MAIS: Alok ultrapassa Anitta e se torna brasileiro com maior número de ouvintes no Spotify

Segundo a assessoria do DJ, “o Ministério Público não recebeu o processo e, em suma, determinou que o mesmo apresentasse provas concretas da acusação, pois as apresentadas por Marquinhos não configuram prática de crime pelo Alok, ao contrário, apenas reforçam a verdade dos fatos.”