Michael Jackson sabia que se tornaria alvo depois da própria morte

Cantor faleceu em 2009

Redação Publicado em 08/04/2020, às 08h57

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Michael Jackson, em apresentação em Los Angeles, em janeiro de 1989 (Foto: Greg Allen / Retna Ltd./MediaPunch /IPX)

Mesmo após 10 anos após a morte de Michael Jackson, o nome do cantor continua em alta, ainda mais quando ele é alvo de acusações, como no documentário Deixando Neverland (2019), o longa traz dois ex-dançarinos do Rei do Pop que afirmam ter sofrido abuso de Jackson. Anos antes de falecer, ele já previa que seria mirado por denúncias.

Em 2005, durante entrevista feita para Geraldo Rivera, jornalista da Fox News, resgatada pelo Express, Michael falou sobre os boatos da família dele serem fatos e dele ser alvo de “sensacionalismo” e “histórias de ficção”.

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Michael Jackson afirmou: “É sensacionalismo. Nada é verdade. É como olhar para um filme porque é ficção. É como assistir ficção científica. Eu sei quem eu sou. É triste quando outras pessoas veem isso e acreditam”.

Desde o começo da fama, o Rei do Pop era cercado de boatos. Sobre isso, Rivera perguntou se o cantor não pretendia fazer coletivas para desmentir os tais rumores. "Não, porque alguma hora a verdade vai prevalecer e eu sempre sou verdadeiro, sabe? Isso me afeta? Sim, mas sou muito forte, tenho a pele de um rinoceronte. Ao mesmo tempo sou humano, as coisas podem machucar, mas sou muito forte e não gosto das pessoas ouvindo informações falsas", falou.

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Michael explicou o motivo disso acontecer no mundo dos famosos. Segundo ele, "quanto maior a estrela, maior o alvo".

O Rei do Pop faleceu no dia 25 de junho de 2009 por overdose de remédios.


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