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De Freddie Mercury a Madonna: 9 músicas essenciais na história do orgulho LGBTQ+ [LISTA]

Uma lista com sucessos que marcaram a história da comunidade LGBTQ+ e trilharam a fama desde 1970 até os dias atuais

Rolling Stone EUA Publicado em 21/07/2019, às 14h00

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Elton John, Madonna, Freddie Mercury (Foto 1: Valentin Flauraud/AP | Foto 2: Chris Pizzello/AP | Foto 3: Marco Arndt/AP)

Há uma série de músicas internacionais que fizeram, e ainda fazem, parte da história do orgulho da comunidade LGBTQ+ e influenciaram diretamente os brasileirxs. A Rolling Stone EUA separou músicas essenciais que representam esse orgulho desde os anos 70 até os dias atuais.

São canções que falam sobre amor, dor, respeito e que são libertadoras e transformadoras para as pessoas entenderem que cada um é como deve ser e ama quem o faz bem. E claro, deve ser respeitado. 

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Vale lembrar também que, a comunidade LGBTQ+ brasileira tem conquistado o seu espaço internacionalmente com artistas muito importantes para a representatividade como Liniker (Liniker e os Caramelows), Glória Groove e PablloVittar. Vittar que, recentemente, se apresentou na Parada LGBT de Nova York.

Abaixo 9 das músicas escolhidas pela Rolling Stone EUA:  

Donna Summer, “I Feel Love” (1977)

É a música que deu à luz ao moderno EDM, e estreou em 1977. A música soou como uma transmissão de “um planeta distante e sexy”. Mais do que isso, a colaboração entre Donna Summer, Giorgio Moroder e Pete Bellotte trouxe, em uma nova linguagem sonora, o êxtase do desejo erótico. Muito tocada desde então em baladas LGBTQ+ por representar a liberdade para você se relacionar com quem você se sente bem, independente de gênero.


Village People, “YMCA” (1978)

O sexteto começou em clubes gays e expandiu-se para turnês nacionais e aparições na TV, dando ao disco uma cara identificável. “YMCA” foi a faixa que definitivamente os colocou no topo e vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. A música toca em todos os lugares até hoje e fala sobre a relação homossexual entre homens em academias públicas.  Os membros da banda não eram tão abertos sobre sua sexualidade, afinal de contas, era 1979.


Queen, “Don’t Stop Me Now” (1978)

Embora pareça que a maioria dos fãs de Queen não tinha a menor idéia de que Freddie Mercury era gay - apesar da sua ousada presença de palco - e de fato, ele nunca tentou esconder. "Don't Stop Me Now"  é uma composição que sugere o sexo, também independente de gênero. A afirmação fica mais clara quando ele canta “I wanna make a supersonic man out of you” e “I wanna make a supersonic woman out of you” em versos alternados.


Elton John, “Elton’s Song” (1981)

Composta por Elton John juntamente com Tom Robinson, a música está presente na fase mais confusa da vida de John. É uma faixa lenta e que fala sobre crescer gay. Robinson, sempre foi aberto em relação à sua sexualidade, e é conhecido por seu hit de sucesso “Glad to be gay” (“Feliz em ser Gay”).


The Weather Girls, “It’s Raining Men” (1983)

Uma das músicas mais tocadas nas baladas desde o seu lançamento em 83. E regravada por ninguém menos, ninguém mais do que Donna Summer. A letra escrita por David Letterman e Paul Jabara foi certeira em colocar que atraiu qualquer homem que quisesse para suportar “um período de seca”. Aleluia.


Erasure, “A Little Respect” (1988)

Erasure são conhecidos por ter uma discografia que remete à pautas do meio LGBTQ+, não necessariamente só do orgulho, mas da realidade romântica. Essa música, "A Little Respect", em especial, foi uma sofreguidão que fez muito mais sucesso do que qualquer outra canção da dupla.


Madonna, “Vogue” (1990)

A Rainha do POP, Madonna, conseguiu com essa canção alinhar a antiga Hollywood com as baladas LGBTQ+. É uma faixa que também remete à comunidade em uma época, na qual, a AIDS era diretamente ligada à relações homossexuais. A cantora, durante sua carreira, lançou outras músicas que conversavam diretamente com esse público, como o single e o videoclipe de "Justify My Love".


Lady Gaga, “Born This Way” (2011)

Uma das maiores aliadas da causa LGBTQ+, Lady Gaga, lançou essa canção em 2011. Uma música que mesmo com a sua batida mais “pesada” do que o estilo pop que estamos acostumados, na letra, ela fala de amor próprio e autoaceitação de uma maneira bastante sensível. Em 2011, ela disse em uma entrevista para a Rolling Stone EUA que essa música é a resposta de quem ela realmente é, Gaga afirma: “Eu nasci desse jeito”.


Sia, “Alive” (2016)

Sia se assumiu bissexual em 2013. Ela disse que não se identifica como lésbica, porque já namorou homens, mas também, namorou mulheres. Desde então, se tornou uma referência na comunidade LGBTQ+. Ainda, algumas de suas músicas e composições falam diretamente sobre amor próprio, autoaceitação, autoconhecimento, respeito e amor. "Pretty Hurts" sucesso na voz de Beyoncé e "Diamonds" de Rihanna são autorias de Sia que abordam exatamente esses temas. "Alive" cantada por ela mesma afirma que mesmo com todos tentando a derrubar, ela continua viva. 

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