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Kanye West abandona entrevista após ser questionado sobre opiniões antissemitas

Kanye West sentiu estarem conspirando contra seu posicionamento, comparando-se a Martin Luther King Jr

Redação Publicado em 29/11/2022, às 12h10

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Kanye West (Foto: Kevork Djansezian / Getty Images)
Kanye West (Foto: Kevork Djansezian / Getty Images)

Kanye West saiu de uma entrevista após ser questionado por suas opiniões antissemitas. O rapper tem sido destaque nas últimas semanas após polemizar no Paris Fashion Week ao usar camisa que diz "Vidas Brancas Importam".

Como relata o portal Consequence, 'Ye' estava gravando uma conversa para o podcast Tim Pool com o comentarista político de direita alternativa Milo Yiannopoulos e o nacionalista branco Nick Fuentes. A discussão começou com Pool perguntando ao rapper sobre seu recente encontro com Donald Trump, e logo o artista disse rapidamente que precisava "ir ao cerne dessa afirmação anti-semita".

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Eu sinto que é uma armação… Vou sair do show se tiver que falar sobre, 'Você não pode dizer que foram judeus', quando toda pessoa sensata sabe - que Jon Stewart sabe – o que aconteceu comigo, e eles levaram isso longe demais.

Em seguida, West comparou-se a Martin Luther King Jr, por estar “sendo criticado todos os dias pela imprensa e financeiramente, estou apenas parado”.  “Quando descobri que estavam tentando me prender, foi como se um cachorro estivesse mordendo meu braço e quase derramei uma lágrima.”

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Em resposta, Pool reconheceu a West que "eles foram extremamente injustos", levando Ye a perguntar quem ele quis dizer com "eles ... não podemos dizer quem são?". Pool disse que estava se referindo à “imprensa corporativa” antes de Fuentes interromper para defender West.

Confira a entrevista na íntegra abaixo:

Além de afirmar que George Floyd morreu por conta do opioide fentanil e se "solidarizar" com o Reino Unido após a morte de Elizabeth II por também ter "perdido sua rainha" após divórcio com Kim Kardashian, o rapper perdeu o contrato de parceria com grandes marcas como GAP, Adidas Balenciaga, chamando suas declarações inflamatórias de “inaceitáveis, odiosas e perigosas” em um comunicado.