Ryan Reynolds e Blake Lively reúnem mais de R$ 10 milhões em doações para Ucrânia

Ryan Reynols e Blake Lively, amado casal de Hollywood, prometeram dobrar as doações feitas para o centro de refugiados das Nações Unidas

Yolanda Reis | @_ysreis Publicado em 28/02/2022, às 13h20

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Blake Lively e Ryan Reynolds na première de Free Guy, em agosto de 2021 (Foto: Jamie McCarthy/Getty Images)

O casal Blake Lively e Ryan Reynolds pretendem doar até US$ 1 milhão (R$ 5,16 milhões) para os refugiados da Ucrânia. Pela Agência de Refugiados das Nações Unidas, os atores querem ajudar os civis sofrendo com o conflito do país com a Rússia.

No Twitter, Reynolds e Lively anunciaram aos seguidores o objetivo de dobrar todas as doações às Nações Unidas. Com os dólares dobrados, a soma chega a US$ 2 milhões, algo perto de R$ 10,3 milhões.

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No perfil de doação, lê-se: "Quando você doar hoje, seu presente de compaixão será igualado por Blake Lively e Ryan Reynolds - dólar por dólar. Dobre seu impacto ao mandar ajuda e salvar a vida de famílias ucranianas necessitadas."

Reynolds acrescentou: "Em 48 horas, vários ucranianos foram forçados a fugir de casa para países vizinhos. Eles precisam de proteção." Lively disse: "A Agência de Nações Unidas da NU está em campo para prover cuidados e salvar vidas, trabalhando com países vizinhos para garantir proteção às mais de 50 mil pessoas forçadas a sair do país."

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Ryan Reynolds e Blake Lively na caridade

Não é a primeira vez que Ryan Reynolds e Blake Lively doam para grandes causas. Em março de 2020, começo da Pandemia de Coronavírus, o ator foi ao Twitter e anunciou a quantia para grupos de caridade, além de enfatizar a importância de diminuir a solidão do isolamento:

"Cuide de seus corpos e corações. Deixe espaço para a alegria. Ligue para alguém que esteja isolado e que possa precisar de conexão", escreveu o ator.

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A crise da Rússia e Ucrânia

Vladimir Putin, presidente da Rússia, ordenou um ataque à Ucrânia em 24 de fevereiro, contrariando esforços diplomáticos de resolução de conflito. Os motivos foram diversos, e passam de expansão da influência de Putin a movimentos separatistas na Ucrânia - assim como anexação de território do país gigante e a aproximação de influências do Ocidente.

Desde o início do conflito, milhares de ucranianos buscam abrigo em países vizinhos. A Rússia reafirma que não vai atacar territórios civis, mas há relatos de mísseis em cidades, além dos efeitos de ricochete em interceptações aéreas.

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De acordo com o NME, o ministro da Saúde ucraniano, Viktor Liashko, anunciou a morte de198 ucranianos, inclusive três crianças. Mais de 1 mil pessoas foram feridas. A Rússia não declarou o número de injúrias do exército.