Brian May relembra como foi gravar 'Too Much Love Will Kill You' nos últimos anos de Freddie Mercury

Lançado originalmente como um single solo de Brian May, "Too Much Love Will Kill You" também ganhou uma versão com Freddie Mercury

Redação Publicado em 06/08/2021, às 11h13

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Brian May e Freddie Mercury (Foto: Reprodução /Instagram)

Nos últimos anos de vida de Freddie Mercury, Brian May teve a oportunidade de trabalhar com o colega do Queen em uma canção especial, o single solo "Too Much Love Will Kill You". (Via Express UK)

Originalmente, a faixa foi escrita ao lado dos compositores Elizabeth Lamers e Frank Musker, em 1986. May retratou os conflitos do primeiro casamento e o relacionamento com a futura esposa, Anita Dobson.

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Em 1989, May gravou uma nova versão da música com Mercury, a qual foi premiada com um Ivor Novello Award. “Eu amei trabalhar com Freddie para fazer aquele vocal. Estávamos cientes de que a música estava se tornando algo diferente e significava algo diferente."

O guitarrista continuou: “Obviamente sabíamos que os dias de Freddie eram provavelmente limitados, exceto por um milagre [...] não evitamos torná-la muito grande, muito parecida com o tipo do Queen."

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Em agosto de 1992, May apresentou "Too Much Love Will Kill You" durante um show em homenagem a Mercury e, no mesmo, ano lançou a versão original como um single solo para o disco Back To The Light (1992). Três anos depois, o Queen integrou a versão de Mercury no disco final da banda Made in Heaven (1995).

Nesta sexta, 6, May lançou uma versão remasterizada de Back To The Light após compartilhar "Too Much Love Will Kill You" no dia 30 de julho.

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"É exatamente como eu sou por dentro. Eu digo 'sou' no tempo presente porque cheguei à conclusão de que não mudei muito," disse May em um comunicado oficial. “É a única oportunidade que tive na vida de contar como vi. De certa forma, é a música mais importante que já escrevi, porque resume a jornada da vida para mim.”

May continuou e disse sobre a versão original: “Não há nenhum ponto no original em que a bateria entra em ação e se torna grande. Nunca chega lá. É tudo provisório e bastante delicado. E a emoção crua da maneira como canto é a maneira como me sinto.”

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