5 reuniões de bandas que não deveriam acontecer: de The Smiths a One Direction

A NME listou as principais bandas e grupos musicais que, apesar de terem criado hits inesquecíveis e conquistado inúmeros fãs, não deveriam reunir

Redação Publicado em 15/03/2020, às 12h00

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The Smiths, Destiny's Child e One Direction (Foto 1: Reprodução / Foto 2: AP / Foto 3: Doug Peters)

O mundo da música testemunhou o fim do hiato e a reunião de integrantes de diversas bandas lendárias em 2019. Motley Crue, Rammstein, Tool, Slipknot e My Chemical Romance são alguns dos grupos que, para a felicidade dos fãs, decidiram lançar novas músicas ou voltar aos palcos após um longo período de pausa.

E o clima de nostalgia abre espaço para os ouvintes mais apaixonados sonharem com a reunião de outros músicos. Porém, nem todos as bandas, boy bands e grupos musicais deveriam considerar a ideia de uma reunião.

Às vezes, os conflitos entre os artistas não permitem um encontro harmonioso do grupo, e, às vezes, uma reunião entre ex-colegas simplesmente não faz sentido para os músicos que conseguiram alcançar o auge da fama e da autenticidade com as carreiras solos.

Por isso, a NME elaborou uma lista de artistas que não deveriam tentar retomar as antigas  carreiras musicais e nós separamos os 5 principais encontros, desde The Smiths até One Direction, que são desnecessários. Confira:

The Smiths

Os integrantes do The Smiths já tinham se afastado antes mesmo do lançamento do último disco da banda, Strangeways, Here We Come, e do anúncio oficial do fim do grupo, em 1987. Na época, o Morrisey e o Johnny Marr revelaram que a separação foi resultado de divergências criativas, mas, hoje, vemos que os conflitos entre os dois vai além da arte.

Os dois astros seguiram caminhos bem diferentes tanto na música quanto no âmbito político. Após o ex-vocalista fazer diversas declarações de apoio aos partidos e representantes de extrema direita, o ex-guitarrista respondeu com ironia os rumores de reunião e afirmou que Nigel Farage, um político conservador e um dos líderes do Brexit, assumiria o posto dele na guitarra.

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Sonic Youth 

Sonic Youth é uma das bandas clássicas do rock que não precisa tentar reviver os dias de glória. Criado em 1981, o grupo lançou mais de 20 álbuns de estúdio e projetos compilativos, além de singles avulsos e EPs. E somente após 30 longos anos de carreira, Kim Gordon e Thurston Moore anunciaram o fim do casamento e da banda.

Em entrevistas, a ex-vocalista já afirmou não ter interesse em se juntar novamente com os ex-colegas e preferir investir na carreira solo. A reunião, então, não parece ser uma boa ideia, pois um encontro motivado por qualquer outro motivo além da criação artística espontânea, seja para satisfazer os fãs ou para ganhar dinheiro, normalmente não gera bons resultados.

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Watch The Throne

A amizade entre Jay-Z e Kanye West resultou na formação da dupla de rap The Throne e no lançamento do disco Watch The Throne, em 2011. E apesar do trabalho ter sido bem recebido e até mesmo inspirado uma turnê, a reunião do grupo não deveria acontecer.

Segundo a NME, o álbum dos dois artistas foi “um momento único na música”, mas a tentativa de continuar o projeto, provavelmente, resultaria na “Síndrome do Reboot Ruim” devido as atuais diferenças artísticas e pessoais dos músicos.

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Destiny's Child

O Destiny’s Child é um verdadeiro ícone da cultura pop norte-americana e nós, com certeza, adoramos os encontros e as performances especiais de Beyoncé Knowles, Kelly Rowland e Michelle Williams - sim , estamos nos referindo ao Super Bowl 2013. Contudo, a volta definitiva do grupo não daria certo.

Depois da separação profissional das integrantes, cada uma das cantoras construiu uma carreira solo com uma identidade e linguagem própria. Além disso, é difícil pensar que a Beyoncé não seria o centro de todas as atenções, afinal a diva é responsável por inúmeros hits que redefiniram a cena pop mundial. 

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One Direction

O One Direction foi um dos últimos fenômenos mundiais da cena pop a chocar os fãs com o anúncio do fim da boy band. Após uma trajetória de cinco anos, Zayn Malik decidiu deixar o grupo para trás e recomeçar a carreira como cantor solo.E, sem muitas escolhas, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan e Harry Styles também investiram em projetos solos. 

Apesar dos artistas terem seguido caminhos parecidos no mundo da música pop, o fim do grupo ainda é recente e a reunião da boy band não parece ser uma boa opção, pois cada integrante ainda está no processo de construir e consolidar uma identidade própria,  principalmente Styles, que cada vez mais se consagra como uma estrela com sofisticado pop nostálgico dele.

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